Análise Infinite Mini Golf

07/08/2017

Jogo é bom, mas com Playstation VR torna-se o mais limpo game em Realidade Virtual

O jogo analisado em questão é daqueles que vale curtir em uma tarde de folga, com chá quente e bolachas na mesa. Tudo porque o gênero Golfe é, sabe-se bem, nada muito apreciado pela maioria dos brasileiros. Mas o gênero "fofinho" de ser, em cores fortes e conotações fantasiosas faz bem para uma tela vez em quando.

A ZEN Studios fez um belo trabalho em Planet Mini Golf, jogo lançado em 2010 exclusivo para Playstation 3. Porém, de lá pra cá, nada muito novo surgiu, exceto jogos mais requintados e profissionais no assunto, licenciados pela EA. Então chegou a vez de tatear aquilo que de melhor podemos fazer em um game equilibrado e gostoso demais.


Criatividade


É verdade que o material não é lá tão abrangente, com inúmeras fases para correr e difícil ao ponto de desistir. Mas traz consigo um excelente modo de criação, onde você deve por a mão na massa e desenhar suas próprias escolhas de cenário e desafios, onde não só acertar a bola no buraco pode render pontos. Coleções paralelas devem ser compostas pelo jogador, com acertos de itens cujo fazem da simples bolinha um personagem jogável em diversas formas, como foguete, bola saltadora e outras mais.

Se preferir não criar nada, o jogo conta com três ambientes: um quarto de menino ao estilo Toy Story, um pesadelo antes do cemitério inspirado no Natal e um país das maravilhas festivo do inverno. Cada local é pequeno, mas lindamente detalhado e vibrantemente colorido, com muitas partes móveis e objetos temáticos que podem ser usados ​​no editor para criar estágios atraentes. Há uma mecânica única em cada um, também, abrangendo tudo, desde drones até yetis gigantes.

O mais puro resultado VR

Devemos enfatizar que a realidade virtual não é necessária. O jogo pode ser jogado na sua totalidade em uma configuração de televisão padrão, fazendo seu trabalho bem feito. Porém, quando jogado com os óculos (principalmente no modelo Playstation 4 Pro), a coisa é absurdamente "lisa", não parecendo exagerar em dizer que encontramos o mais puro resultado VR até então.


O jogo conta com três ambientes: um quarto de menino ao estilo Toy Story, um pesadelo antes do cemitério inspirado no Natal e um país das maravilhas festivo do inverno. Cada local é pequeno, mas lindamente detalhado e vibrantemente colorido, com muitas partes móveis e objetos temáticos que podem ser usados ​​no editor para criar estágios atraentes. Há uma mecânica única em cada um, também, abrangendo tudo, desde drones até yetis gigantes.

O modo multiplayer funciona muito bem e o jogo cultiva o jogador, sem precisar de pose e entendimento do esporte.