Voltando às Origens

09/11/2017

Call OIf Duty WWII supera as expectativas com uma imersão incrível durante a segunda guerra mundial

Não é preciso gostar do estilo "shooter" para entender que Call of Duty (ou COD) é uma das franquias mais badaladas quando o assunto é tiro em primeira pessoa. Mas, de alguns anos pra cá, seus desenvolvedores decidiram largar mão de princípios básicos naquilo que a verdadeira guerra promove para dar o ar da graça "futurista", e tentar alimentar uma nova forma de envolver seus jogadores em novas experiências.

Mas parece que a receita não deu muito certo. Pois atirar no espaço não é lá o que a grande fatia de interesses queria. Então, a Activison botou pra quebrar em Call of Dutty WWII, com aquele gostinho de barro e tiroteio alinhado ao interesse de seus consumidores.


O material surpreende por ser firme e justo. Melhor dizendo, segue o ritmo, não acerta em cheio os novatos no gênero e, ao mesmo tempo, alinha expressivamente aquele que já manja da coisa toda.

A campanha segue a mesma linha dos jogos anteriores, com a história voltada para o soldado Ronald "Red" Daniels na batalha da Normandia, no Dia D.Com a velha necessidade de abater os inimigos para avançar no game, mas agora com alguns intervalinhos que valem - e muito - a pena acompanhar graças aos gráficos espetaculares na parte cinematográfica e uma dublagem de dar inveja, a campanha segue a mesma linha dos jogos anteriores, agora com a história voltada para o soldado Ronald "Red" Daniels na batalha da Normandia, no Dia D.

O material surpreende por ser firme e justo. Melhor dizendo, segue o ritmo, não acerta em cheio os novatos no gênero e, ao mesmo tempo, alinha expressivamente aquele que já manja da coisa toda.

Como não podia deixar de ser, o modo zumbi está ali, voltado na experiência cooperativa (single player também) situado na cidade nazista de Mittelburg.

Jogão merecedor de aplausos.