Superinterativo

26/04/2018

Demo de Detroit: Become Human deixa claro que este é o maior feito da Quantic Dreams

Muitos acham passivos demais. Já outros, notório o bastante ao ponto de ser comparado com um filme onde as decisões dos personagem ficam por sua conta. Em resumo, os jogos do gênero interativo são, em sua maioria, aplaudidos em massa.

Tudo porque a singularidade nas ações não estão correlacionadas a prática na jogabilidade do usuário, mas sim em suas decisões que farão, em quase todas as cenas durante a gameplay, ser responsável por traçar o destino do enredo e de seus personagens.

A desenvolvedora Quantic Dream é craque neste quesito. Após a conclusão do primeiro projeto chamado Omikron (jogo em que a trilha sonora contava com originais de David Bowie), a empresa partiu para o desenvolvimento de Quark, cuja produção foi cancelada posteriormente. Nos dois anos seguintes, a Quantic Dream esteve focada no melhoramento de sua infraestrutura de produção, até que em 2002, a empresa iniciou a produção de Fahrenheit (ou Indigo Prophecy), o primeiro jogo a utilizar a tecnologia interativa cinematográfica pela qual a desenvolvedora ficaria conhecida.

Mas foi Heavy Rain que lacrou a qualidade de sua equipe de desenvolvedores, com um jogo mais que imersivo e "pesado", em um drama profundo e criminal. Tudo isso anos antes de Beyond: Two Souls, um jogaço dramático com participações digitalizadas de atores como Willem Dafoe e Ellen Page.

Agora chegou a hora da degustação da versão demo já disponível para Playstation 4 de Detroit: Become Human, a promessa maior da publischer francesa. Nós testamos e adoramos entender que só ali, em uma demonstração, já contamos com a possibilidade de seis finais diferentes.
O jogo será lançado mês que vêm e promete... demais!