Mudou, mas a essência foi mantida

18/04/2018

God of War atinge a maturidade em um jogo incrível, porém diferente

Mais lento. Este será o apontamento entre a maioria das análises que surgirão a partir de hoje, data oficial de lançamento do novo God of War, jogo que consagra a franquia mais importante entre os títulos exclusivos para Playstation.

Este é o primeiro da série dedicado ao console Playstation 4, depois da remasterização de God of War 3, com números expressivos de venda e notoriedade. Mas agora, a coisa toda mudou. Se pra melhor ou não, cabe cada jogador ter sua própria opinião.

Aqui na redação tivemos o privilégio de receber a cópia do material dias antes de seu lançamento e notamos que a essência foi mais que mantida, respeitando aquilo que o jogador já esperava. Ou seja, o jogo nos insere em um ambiente singular, com uma trilha sonora totalmente identificada - e ás vezes nostálgica - na mesma linha que sempre fora notada na franquia, mas com muito, muito mais detalhes sonoros.

Acontece que a nova posição da câmera faz o jogo não ter aquele dinamismo nas batalhas como antigamente, com velocidade de gameplay mais sutil. E o filho de Kratos dá uma ajuda fundamental quando os ataques acontecem atrás do personagem jogável, ato totalmente necessário por se tratar de um game em terceira pessoa.

Com final claramente prometido em ainda manter a franquia viva com mais jogos no futuro, God of War vale muito a experiência e seu "hype" não foi exagerado.