Mudou... pra melhor!

25/01/2018

Agora mais frenético, Dragon Ball Fighter Z incorpora gosto comum do ocidente em perfeito equilíbrio entre a saga e o jogo

Seja você quem for, goste ou não de animes orientais, não temos dúvida de que ao menos uma vez na vida você já tenha ouvido falar em Dragon Ball.

E nos videogames, foram inúmeros títulos importantes veiculados a uma das mais importantes e assistidas séries no mundo todo. Mas quem jogou Dragon Ball Xenoverse 1 e 2, vai entender que a Bandai Namco decidiu mudar o esquema de jogabilidade pra melhor, apostando em uma nova proposta onde cabe, claramente, interesses ocidentais mais adequados.

Agora a prioridade é o sistema de combate, já descoberto com os testes e versões betas disponibilizados meses atrás. Mas o jogo completo é muito mais atraente. Divertido na medida certa e agradável de jogar, o game cumpre sua expectativa de forma perfeita, com modos online, arcade, e história, sem esquecer que ele tem espírito próprio. Ou seja, àqueles que nunca jogaram um game da série poderão se frustrar um pouco, já que o jogo tem seus adendos japoneses ainda muito presentes, com paradas demoradas em conversas nos intervalos das lutas, principalmente no modo história.

Goku, Vegeta, Piccolo, Cell, Gohan, além de novos lutadores como Beerus, Hit, e Goku Black estão por ali, sem contar a forma de Android 21. Apesar disso, devemos ter DLCs futuros para incrementar a lista, ainda discreta.

Como também já era previsto, o modo online é o mais difícil do jogo, já que parece ser proposital a facilidade de vencer em outros modos, quando algumas aulinhas e tutoriais são amigáveis, porém exagerados. Nele, podemos interagir com outros jogadores através da uma área central, onde escolhemos personagens, itens, personalizações e desbloqueios.

Com gráficos potenciais e jogabilidade sólida, Dragon Ball Fighter Z é um jogo de luta dos bons, equilibrado com o perfil oriental no desenvolvimento de histórias de sucesso.