Perfeito, como sempre

22/02/2018

Mesmo criticado, Metal Gear Survive mantém tudo e um pouco mais daquilo que todo gamer de respeito merece ter em um jogo

Hideo Kojima definitivamente "gritou" no mercado como um gênio implacável ao desenvolver a trama por trás de Metal Gear em 1987, um dos primeiros jogos, se não o primeiro, a dar ênfase em progredir sem ser detectado pelos inimigos, evitando, ao máximo confrontar-se com eles.

Mesmo após 30 anos e com sua saída súbita da Konami, publischer responsável pelo game, sua marca continua presente um uma das mais importantes franquias da história do videogame, com uma pegada mais que intuitiva e boa de jogar. Metal Gear Survive, lançado esta semana para PC, Playstation 4 e Xbox One começa a partir do fim do Solid V: Ground Zeroes. Os jogadores assumem o papel de um soldado que ajudou Big Boss a escapar quando a Mother Base foi destruída. Depois de conseguir escapar de um misterioso buraco de minhoca, o jogador acorda seis meses depois em uma organização de pesquisa secreta do governo norte-americano para ser enviado em uma missão através do mesmo buraco de minhoca do qual conseguiu fugir.

As combinações de gêneros de furtividade e sobrevivência continuam vivas, além das campanhas em modo co-op com até quatro jogadores e singleplayer, quando a história se passa em um mundo estranho em ruínas, com a necessidade de proteção do personagem jogável e respostas que ajudarão você voltar para casa.

A versão Beta do jogo, distribuída um mês antes de seu lançamento, já havia apresentado certo mistério com criaturas dominantes em um cenário destruidor. E durante a jogatina, as explicações virão à tona sobre cada uma delas.

Apesar das críticas de muitos fãs a respeito da temática do novo game sobre a adição de zumbis ao universo da série, o jogo é bom demais e vale a pena!