Sustos nas alturas

26/02/2018

Em uma estação espacial abandonada, o "bicho pega" pra valer. Mas The Station falha no conteúdo, com frustração final

Como adoramos escrever sobre jogos independentes bons. Principalmente quando sua produção é gerada com total exclusividade. Ou seja, um estúdio inteiro trabalhando em um só projeto. Daí entendemos porque jogos triple A como GTA ou Uncharted saem do forno tão bem acabados, mesmo desenvolvidos em grandiosas estruturas técnica e artística.

The Station é um desses jogos de integral dedicação e leva o jogador a uma experiência de calafrios angustiantes, misturados em ficção científica das boas. Ou seja, você vai encarar uma plataforma abandonada lá no alto, onde coisas estranhas acontecem.

Porém, após quase três horas de jogo, a frustação acontece. O jogo é curto e tem lá uma certa história "aguada", para não dizer incompleta, além de um final tão angustiante e frustrante que, cá entre nós, precisaria de um pouco mais para receber uma boa nota.

No geral, trata-se de um material bom, lindo de jogar e o silêncio na estação é um ponto importante no jogo e foi bem trabalhado. Além de uma jogabilidade simples e gostosa.

Em uma mistura de puzzles, terror e tensões, o material agrada. Mas o enredo é precário.